Os níveis de cura

      O que a Psicoterapia Reencarnacionista pensa? A partir do seu enfoque reencarnacionista e evolucionista, essas questões relativas à saúde e à doença, ao bem-estar e ao mal-estar, transcendem o grau de exigência e expectativa das maneiras tradicionais de tratar e até, por que não, de muitas das Terapias Energéticas. Com a extensão da concepção do Homem para suas encarnações pas­sadas, tudo aumenta de significado, pode-se investigar realmente o Inconsciente, e o doente está no início, no meio e no fim de tudo que lhe acontece. Os vilões externos passam a não ter tanta impor­tância na gênese dos males, sejam microorganismos, sejam mesmo pessoas, e as ajudas externas começam a perder seu prestigio, em nome da necessidade de uma maior consciência e mudança interna. Nada mais é injusto, nada mais é casual, tudo tem um objetivo e uma finalidade. O que a pessoa traz de suas encarnações passadas, suas relações kármicas, seus pensamentos, seus sentimen­tos, sua maneira de enxergar a vida, seus objetivos existenciais, seu caráter, sua índole, seus atos, seus planos, suas metas, enfim, tudo visível, e principalmente invisível, é extremamente importante. A pessoa é vista a partir de seus aspectos mais profundos e espirituais e a reconexão com sua Essência torna-se o motivo principal do tratamento. Retificar o seu caminho evolutivo é a meta.
       As relações afetivas e familiares devem ser tratadas e bem elaboradas para que não atrapalhem os nossos objetivos espirituais de evolução, e sem­pre com a clara consciência de que são relações entre Espíritos encarnados e nunca sob o peso terrível dos rótulos paralisantes.
       A Psicoterapia Reencarnacionista não é radical nem “alternativa”, ou seja, não nega qualquer tipo de procedimento que vise melhorar a qualidade de vida das pessoas, seja com quaisquer técnicas ou medicamentos. Tudo que nos alivie os sofrimentos, que nos traga mais alegria, que nos possibilite circular melhor por essa vida, deve ser utilizado. Essa nova Escola pretende ajudar a ampliar o nível de consciência para além do que é visível, para além do que se tem considerado como os limites da existência humana, para além do Ego, queremos ir realmente Inconsciente adentro, como o Dr. Freud sinalizou.
       O mais importante não é fazer desaparecerem os sinais e sintomas desa­gradáveis e sim entender por que eles surgiram, de onde e com que finalida­de. A doença é vista como uma mensagem do nosso Eu Superior para nos mostrar que algo está errado em nossa maneira de viver, que estamos equivo­cados em nossos pensamentos e em nossos sentimentos. O local do corpo, a época do surgimento, o aspecto, os sintomas e as sensações locais nos dizem de uma forma às vezes bem clara o que realmente aquilo significa, qual é a mensagem profunda que permeia aquela doença ou manifestação. O terapeu­ta é um investigador e deve aprofundar-se juntamente com o doen­te, em direção ao âmago da questão. Encontrar a causa é a meta, entender os processos que geraram as manifestações desagradáveis é o objetivo e retificar o caminho, de volta ao verdadeiro propósito de vida, é a finalidade. Tudo que se fizer por esse doente a nível superficial, que lhe alivie, que lhe ampare quando necessário, pode ser utilizado de uma forma caridosa, mas que isso nunca impeça ou mascare a busca profunda da origem dos seus males ou que lhe isente da responsabilidade por sua vida, entregando-a a ou­tras pessoas.
       Nós somos os responsáveis pela nossa saúde ou nossa doença, pela nossa alegria ou nossa tristeza, pela nossa evolução espiritual ou não, e disso a Psicoterapia Reencarnacionista não abre mão. Fazer com que os doentes assumam a sua cura é o principal objetivo. Encontrar os erros, os equívocos, e retificá-los é a meta. A cura vem pela auto-responsabilidade com a sua doença e acontece somente pela retificação do nosso Caminho, pelo alinhamento da perso­na com a Essência.

       Nós somos um Espírito com centenas de milhares de anos e uma persona de poucas décadas de existência. Qualquer sintoma, físico ou psíquico, qualquer pensamento inadequado fixo, qualquer sentimento profundamente arraigado, não tem a sua origem nessa atual encarnação, por isso, visando uma verdadeira cura, a Psicoterapia Reencarnacionista trás para a Terra o Telão do Mundo Espiritual: a Regressão Terapêutica. 

Sobre Marcio Higa

Pós-graduado em Telecomunicações, Bacharel em Ciência da Computação e Técnico em Mecânica. Está terapeuta há 15 anos, com formação em Reflexologia(Podal e Auricular) pelo IOR, Crochetagem(Técnica de Fisioterapia Manual) e Manobras Articulares(Quiropraxia e Osteopatia) pela ABCroch, e Psicoterapia Reencarnacionista, na qual é Ministrante, Palestrante e Coordenador Nacional dos Grupos de IINP(Investigação do Inconsciente Não Pessoal) da ABPR, e do Núcleo ABPR São Paulo-SP. É fundador e proprietário do Instituto Sofia Higa, em São Paulo-SP, na Vila Prudente.
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