Eis uma metáfora que ilustra bem essa pequena palavra:
Certa vez um alpinista, em uma de suas escaladas, resolveu desafiar o Monte Everest. Foram meses de preparo e quando estava a poucos metros de alcançar o objetivo tão almejado, tudo escurece de repente, cai uma violenta tempestade de neve, ele se desequilibra e fica pendurado na corda, a mercê da sorte. Nesse momento de desespero ele aclama por DEUS: “Por favor meu PAI, me ajude pois tenho a certeza de que o senhor me salvará!”. E DEUS o questiona:”Como sabe que irei salvá-lo?”. E ele responde:”Ora meu PAI, é que sou uma pessoa de muita FÉ! Rezo todos os dias ao acordar e deitar, frequento o templo religioso aos domingos e daí a minha convicção de que serei salvo!”. A resposta:”Ok filho, se realmente possui essa FÉ toda e confia em mim, então corte essa corda!”. Passado algumas horas, ouve-se a notícia de que um alpinista é encontrado morto, congelado, abraçado a corda, a dois metros de distância do solo.
Moral da história: Ter FÉ é “cortar a corda”, acreditar no invisível, ou seja, quem tem FÉ se OCUPA, e quem não tem FÉ se PREOCUPA!.
“As provas, entretanto, abundam ao seu redor. Por que, pois, se recusam a ver? Nuns, é a indiferença; noutros, o medo de serem forçados a mudar de hábitos; e na maior parte, o ORGULHO que se recusa a reconhecer um poder superior, porque teria de inclinar-se diante dele.”(Evangelho segundo o Espiritismo, Cap.XIX, item 7 – Allan Kardec)

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